Site Meter Núcleo de Fotografia de Campinas - NUFCA: Novembro 2016

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

6º CONCURSO FOTOGRÁFICO SOS AÇÃO MULHER E FAMÍLIA - Selecionados

Saudações!

Segue a lista com os selecionados deste ano:

Albino Mahumana - Matola, Moçambique
Aline Pinheiro - Monte Mor, SP - 2 fotos
André Castellan - São Paulo, SP
Beto Fontes - Juiz de Fora, MG
Cristina Wilberg - Barcarena, PA
Dália Hofmann - Brasília, DF - 2 fotos
Elen Guerra - Mairinque, SP
Flavio Benedito - Londrina, PR
Ilana Goldsmid - São Paulo, SP - 2 fotos
Joabes Vieira - Vitória da Conquista, BA
Katia Carvalho - Rio de Janeiro, RJ  - 2 fotos
Lucinea Rezende - Londrina, PR
Marilton Trabuco - Camaçari, BA - 2 fotos
Márvila Araújo - Vila Velha, ES
Matheus Vieira - São José, SC
Mônica Flávia - Aracaju, SE
Ney Marcondes - Castanhal, PA - 2 fotos
Noilton Pereira - Ruy Barbosa, BA
Raphael Castello - São Paulo, SP
Thiago Malkowski - Florianópolis, SC
Víctor Hugo Casillas Romo - Zapopan, Jalisco, México
Vitor Miranda - São Paulo, SP
Wagner Friaça - Brasília, DF
Weydilla Cordeiro - Samambaia, DF



Saudações a tod@s! =]

Mais uma vez o NUFCA tem a honra de organizar, promover e divulgar
 um concurso de fotografia do SOS Ação Mulher e Família

O tema da vez:

"Família: um retrato do século XXI"

Mande até 3 fotos para o e-mail sosmulherfotografia@gmail.com

Serão selecionadas 30 fotos que melhor expressarem o tema do concurso.

A data limite para participação é 10 de fevereiro!

Acesse o regulamento no blog do S.O.S. Ação Mulher e Família ou através deste link

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Segue um texto* sobre o tema do concurso:

O século XXI começa e traz consigo um clima de inconformidades, dúvidas e questionamentos a respeito do que está posto. Tal movimento pode ser tomado negativamente, traduzindo-se no ressentimento vindo da idéia de que o mundo nos deve algo, que temos o dever de ser o que se espera de nós, ou ainda que “estamos condenados a sermos livres”, como disse Sartre ainda no século passado.

Se encarado positivamente, este clima pode se configurar na desconstrução e logo, reconstrução, de ideários, dogmas, deveres e certezas cristalizadas, tal qual a família, ou talvez seria mais correto dizer o “conceito de família”.

Podemos refletir que de fato esta instituição entrou para o conglomerado dos “repensados” - revista em suas estruturas e, ainda que minimamente, ressignificada.

Família patriarcal, matriarcal, de base sólida ou permeável; de sangue ou de coração, imposta ou escolhida - Sua importância é indiscutível e suas influências estarão eternamente impregnadas no sujeito, servindo-lhe de bagagem por toda a vida.

Ao avaliarmos o contexto social, veremos que a relação que a mulher mantém com a família tem um peso e uma noção de obrigação bastante peculiares. Ela é aquela que será cobrada a ficar com a mãe, aprender os afazeres domésticos e se manter sempre por perto, alerta aos cuidados necessários, ainda que isso impacte ou impeça seu avanço profissional, pessoal, financeiro, cultural...
Sem contar com a maternidade, selecionada pela evolução, e com a maternagem, processo que, em dado momento, foi considerado sagrado por instituições com interesses diversos, dos mais aos menos nobres.

O século XXI ainda engatinha, e com esse movimento rudimentar, vemos neste sentido, questionamentos que colocam-nos a pensar: “O que é de fato família?” e “Qual família gostaria de ter?” Seja com ele, com ela, eles, elas, eles e elas…

Bom seria se cada um tivesse família: campo vasto, fértil e semeado, que com calor, cuidado e paciência se torna vale de flores e frutos, vale de sonhos, de conquistas, de lutas, mas também vale de repouso, de colo, de calmaria.

Talvez, a/o única(o) que possa definir “família” é quem faz parte dela! Seja ela qual for...


* Por Rodolfo Olivieri - voluntário do SOS/AMF